28 de mar. de 2010

Em mim é profunda a vida. As madrugadas vêm me encontrar pálida de ter vivido a noite dos sonhos fundos. Embora às vezes eu sobrenade num raso aparente que tem debaixo de si um profundidade de azul escuro. Por isto te escrevo. Por sopro das grossas algas e no tenro nascente do amor.

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